Pular para o conteúdo principal

Arraial do IFAC e Rita Maia


Cordel Arraial IFAC e Rita Maia 
Por Eliana Pereira

 
IFAC e Rita Maia
Tem o Prazer de Convidar
Você e sua Família
Para um Grandioso Arraial
Que será dia 06 de julho
E você não pode Falta!

Vai ser lá no Instituto
E tem muita comilança
Muita dança Caipira
Com alegria e festança
Para você se divertir
No Instituto da Esperança




 
Este cordel é de autoria da professora Eliana Pereira, funcionária do IFAC Xapuri, ilustrando de forma artística o evento que acontece nesta sexta-feira, dia 6 de julho de 2012. É a festa  junina do Instituto Federal do Acre – IFAC/Campus Xapuri  em parceria com a Escola Rita Maia. A coordenação do arraial disse que o evento contará com a participação de alunos, professores e comunidade.

O Arraial acontecerá na quadra coberta do IFAC/Campus Xapuri, com apresentação de quadrilhas, danças, venda de comidas (galinha picante, caldo no tucupi, galinha no molho) e bebidas típicas.

Na programação consta a barraca do cupido, bingos, pescaria, dentre outras atrações. 

As informações são do IFAC Xapuri.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Xapuri: Resumo Histórico

Xapuri, que está na desombocadura do Rio que lhe deu nome, com o Rio Acre, sempre teve destaque na história do Acre e da Amazônia. Durante os períodos conhecidos como "ciclos da borracha", era a principal referência (em termos sociais e culturais) do Acre em outras regiões do país. Na época movida e dirigida por famílias de comerciantes de origem sírio-libanesa, o município esbanjava luxo no pequeno centro urbano, e ocultava a situação de miséria social a que eram submetidas as famílias que moravam no interior da floresta extraindo o látex. A partir da década de 1970, o município volta a chamar atenção devido à denuncias feitas pelo líder sindical Chico Mendes. Ligado á causa dos trabalhadores rurais, Chico Mendes é assassinado em 1988, mas deixa um legado importantíssimo na história do movimento ecológico mundial. Por esses motivos, é uma das cidades mais conhecidas do mundo. A imagem é do Google Maps e o texto é do site Ecoviagem .

Princesinha do Acre

Xapuri, cidade que viu nascer os tempos do desbravamento da região, Revolução Acreana, a opulência vinda da extração do látex, o apogeu e o declínio da exploração da borracha, a devastação da floresta para a criação de pastos, os empates, a vida e a morte de Chico Mendes, e tantos outros líderes seringueiros que fizeram do Município um dos mais representativos do Estado do Acre. Entretanto, embora esses acontecimentos e as transformações que eles trazem ou provocam tenham tido enorme repercussão e significância no seio da sociedade xapuriense, nos últimos anos muitos dos aspectos que ilustram o cotidiano e a luta dos trabalhadores rurais estão se perdendo na memória coletiva das populações tradicionais. As fases anteriores da nossa história foram lentamente fugindo da memória da população. Por esses fatos surge o projeto “História Multimídia de Xapuri”. O presente projeto “História Multimídia de Xapuri” tem como objetivo resgatar, salvaguardar, digitalizar e divulgar a história de Xapu...

A Cidade Guerreira

A cidade guerreira. É assim que Xapuri poderia ser chamada. Até porque, também pudera, seu nome advém de um povo por natureza belicoso, os Chapurys, tribo indígena que feneceu nas mãos dos primeiros exploradores, mas não antes de deixar seu legado: o nome do rio onde habitavam às margens e, consequentemente, o do município que surgia entre rios e florestas – Xapuri significa 'rio antes' ou, como muitos preferem, 'antes dos rios', dando um sentido mítico (e místico) ao lugar. É cidade guerreira porque é local de resistência que vai do período da Primeira Insurreição Acreana, passando pela Revolução Acreana, a prosperidade do comércio e exploração do seringueiro, declínio da borracha – sendo nessa época que ganhou o apelido de Princesinha do Acre por continuar produzindo e exportando, só que dessa vez suas brazilian nuts . A cidade guerreira viu chegar portugueses, árabes, sírios, libaneses, turcos, nordestinos, sulistas e tantos outros filhos que, independente de suas h...